PARADOXO GLOBAL O Século do Dragão O commonwealth chinês ...

PARADOXO GLOBAL O Século do Dragão O commonwealth chinês ...

Confcio Confucio naci en el ao 551 y muri en 479, antes de nuestra era, una poca caracterizada por el paso de una religiosidad de carcter mgico a una religiosidad racional. Confucio, que en realidad se llamaba Kung Chiu, fue un sabio que predic que la virtud moral y una sociedad tica son ms eficaces que la magia para lograr el bienestar humano. Sus enseanzas no pretendieron fundar una religin sino una forma de vida. Para Confucio, solo el hombre noble (en trminos morales) debe ser gobernante y si un prncipe no se ajusta a este ideal, debe rodearse de consejeros virtuosos. La accin del hombre noble en el estado y en la sociedad se expresa por su moral, su amor y obediencia filial, que deben ser adquiridas mediante la prctica constante. Confucio dio mucha importancia al cumplimiento de los ritos de reverencia a los ancestros y al Cielo porque son la expresin de una actitud virtuosa. El confucianismo presenta una antigedad idealizada, porque dice que en la poca de los emperadores primitivos (Yao y Shun), los soberanos entregaron el control del imperio a los ms dignos y respetuosos de los ritos sagrados. Para Confucio, un hombre muestra su valor practicando la virtud, la rectitud, el amor, la humanidad, la generosidad y el respeto a las padres y ancestros. Asimismo, es muy importante el aprendizaje constante y la autosuperacin a travs de la educacin. Hacia el final de su vida, Confucio dijo: http://sepiensa.org.mx/contenidos/historia_mundo/antigua/china/confucio/confucio.htm Dinastia Ming Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. A Dinastia Ming (pinyin: mng cho) (1368-1644) foi precedida pela dinastia Yuan e substituda pela dinastia Qing na China. Os imperadores da dinastia Ming eram membros da famlia Zhu. Entre a populao havia fortes sentimentos contra o governo por "estrangeiros", o que finalmente levou revolta que empurrou a dinastia Yuan de volta s estepes da Monglia e ao estabelecimento da dinastia Ming em 1368. Esta dinastia comea num tempo de renovao cultural e de florescimento das artes. Especialmente a indstria da porcelana obteve um brilho sem precedentes; mercadores chinese exploraram a totalidade do

Oceano ndico, atingindo a frica com as viagens de Zheng He. Um vasta marinha foi construda, incluindo navios com 4 mastros, pesando 1.500 toneladas; havia um exrcito permanente de 1 milho de homens. Mais de 100.000 toneladas de ferro eram produzidas por ano, no norte da China. Livros eram impressos usando o tipo mvel. Alguns afirmaram que a China do incio da dinastia Ming poder ter sido a nao mais avanada do seu tempo. Origem: Wikipdia, a enciclopdia livre. Zheng He (1371 - 1435) foi um explorador chins do sculo XV. Realizou viagens por mar pelo sudoeste asitico e pelo Oceano ndico. Chegou India, ao Mar Vermelho e a Moambique. http://www.islamfortoday.com/zhenghe.htm A expanso martima chinesa quinhentista As expedies de Zheng He foram uma proeza sem precedentes na histria da navegao martima da China e do Mundo. Foram actos de Estado, onde se reuniam os factores poltico, diplomtico, militar e econmico. primeira vista, poderiam bem parecer operaes no mbito da diplomacia chinesa. Mas na realidade, para alm da vertente diplomtica, estava mais uma imperiosa necessidade interna: a do reconhecimento e confirmao pela nao chinesa, da legitimidade do Imperador Yongle. Zheng He (1371-1433/6), o maior navegador da histria da China, comandou sete expedies martimas num perodo de quase trs dcadas (1405-1433). Formadas por alguns dos maiores barcos do mundo dessa altura e por uma tripulao que atingia quase trinta mil homens, as suas embarcaes navegaram pela sia Martima, o ndico e a costa oriental da frica. As armadas imperiais sob o comando de Zheng He constituram uma expanso martima sem antecedentes na histria da China

antiga, tornando-a a primeira potncia naval do Mundo quinhentista. A destruio dos arquivos oficiais levaram, no entanto, a que os possveis motivos do arranque e do abandono dessa expanso permaneam na densa nebulosidade histrica e historiogrfica. De toda a forma, as viagens martimas de Zheng He no tero ocorrido por mera casualidade e teriam profundas razes na prpria histria da China. Nos incios da Dinastia Ming (1368-1644), a guerra da sucesso que derrubou a Dinastia Yuan (1279-1368), afectou de forma grave a economia nacional chinesa. Nas fronteiras do norte, persistia a ameaa constante dos mongis destronados. Nestas circunstncias, eram prioridades a recuperao da produo nacional, a centralizao do poder e a preparao para enfrentar um possvel retorno militar dos mongis. Sobretudo esta ltima tarefa levou as autoridades da Dinastia Ming (1368-1644) a adoptar as proibies martimas como medida para manter a segurana nacional no litoral, a fim de se poderem concentrar na defesa terrestre no norte. Zhu Yuanzhang (1328-1398), o Imperador fundador da Dinastia Ming (1368-1644), que reinou entre 1368 e 1398, conseguiu promover uma rpida recuperao da economia nacional, com a adopo de uma srie de medidas enrgicas, Estabilizada a situao econmica, Zhu Yuanzhang passou a preocupar-se mais com o campo poltico. Em pouco tempo e duma maneira paulatina, conseguiu criar um regime o mais centralizado possvel. O poderio estatal Ming estava em ascenso e o poder imperial ia-se consolidando. Surgiram assim condies econmicas e polticas para as expedies de Zheng He. Sem uma economia recuperada e crescente como base e a estabilidade poltica como garantia, as faanhas de Zheng He no teriam sido possveis. neste sentido que afirmamos que as expedies de Zheng He teriam resultado de uma inevitabilidade histrica da sociedade chinesa quatrocentista, sob os

Ming. O terceiro imperador da Dinastia Ming (1368-1644) Yongle (cujo nome prprio era Zhu Di,) (1360-1424) ao subir ao trono, e com base na consolidao do seu poder e na prosperidade da economia nacional, abandonou a poltica das proibies martimas do seu pai, a favor de uma abertura, que se traduziria nas expedies de Zheng He, o incio e parte importante dessa poltica de abertura. No entanto, os factores econmico e poltico favorveis no teriam sido suficientes para o bom sucesso das expedies em questo. Outros factores, tais como, as avanadas cincias nuticas e tecnologias que a China detinha1; a experincia de viagens ocenicas e trans-ocenicas acumuladas desde a Dinastia Tang (618-907)2, etc., devero ser levados em considerao. De ponto de vista econ-mico, a rpida recuperao da economia do litoral sudeste da China contribuiu para o surgimento de novos enquadramentos polticos e econmicos, que favoreciam as expedies martimas de Zheng He. Uma produo cada vez maior de seda, porcelanas e ch, necessitava de novos mercados externos. As expedies de Zheng He constituam assim vias oficiais de escoamento de produtos chineses para os mercados da sia Martima e o ndico, mediante ofertas imperiais, ofertas normais e o comrcio directo, tudo politizado chinesa. No fundo, estes usos e costumese os tributos que os vassalos traziam eram uma troca comercial oficial, mas com a uma hbil mais-valia psicolgica e poltico-diplomtica para a China. Ao contrrio dos primeiros Imperadores Ming, que no permitiam um comrcio externo livre, fora do controlo imperial, o Imperador Yongle, com uma grande habilidade poltica, oficializou o comrcio externo directo, com as expedies de Zheng He, tornando-o num monoplio de Estado. Ao mesmo tempo, a Dinastia Ming (1368-1644), controlava as suas relaes poltico-diplomticas com os pases vassalos, mediante o chamado comrcio tributrio que era muito lucrativo para os que aceitassem prestar vassalagem poltica China. O que significa que a China preferia a compra de vassalagem poltica conquista. A sia Martima e o ndico tinham produtos de grande procura no mercado chins, sobretudo a pimenta. Este comrcio de benefcio mtuo levou a que as proibies martimas tivessem de ser revogadas. Sob a ordenana proibitiva do comrcio externo, o lucrativo comrcio martimo estivera durante

bastante tempo na mo dos privados com as suas redes clandestinas, de e para China, muito bem organizadas, comercial e militarmente. Para recuperar este comrcio para o poder estatal importava revogar as proibies martimas e encontrar uma forma de o Estado monopolizar as operaes comerciais. Eis um dos mobis bsicos das expedies de Zheng He. A historiografia tradicional chinesa persiste em citar a razo poltica como a causa principal das expedies de Zheng He. Mas a verdade histrica no ser bem assim. Demasiada fora armada Uma das evidncias do nosso argumento que no seria preciso tanta fora armada para o cumprimento da tarefa poltico-diplomtica planejada. A elevada percentagem de efectivos militares envolvidos constitui prova da importncia econmica das expedies de Zheng He. Desde a entrada em vigor das proibies martimas, o povo do litoral uma vez perdidos os meios de subsistncia assumia o risco de ganhar a vida de forma ilcita, transformando-se em contrabandistas armados, no dizer dos mandarins. Havia bases de chineses refugiados na sia Martima que constituam ameaa para as aces oficiais chinesas que pretendiam desenvolver nessa zona. Da que as frotas de Zheng He, fortemente armadas do ponto de vista da estratgia militar, podiam ter vrias funes: a defesa prpria dos tripulantes e das mercadorias de grande valor que transportavam; como factor de dissuaso, para facilitar as operaes poltico-diplomtico-comerciais; e para a represso da pirataria. As expedies de Zheng He teriam importncia estratgica. Os mongis, cavaleiros exmios, arrasaram a sia Central, a Europa de Leste e o Mdio Oriente, (dando origem Pax Monglica, que facilitou o comrcio intercontinental terrestre pelas estepes do Norte), mas sofreram fortes reveses nas expedies martimas contra o Japo, Champa, Aname e Java. Para um eficaz combate aos mongis das estepes do Norte, que eram uma ameaa constante para a defesa nacional, o infante de Yan (nome antigo da zona de Beijing) que veio a ser o Imperador Yongle, chegou a transferir a capital imperial para o seu antigo feudo (Beijing), de onde partiu para a conquista do Imprio que pertencia ao sobrinho. Com a presena da Corte em Pequim e a concentrao de grandes tropas nas fronteiras, lanou cinco grande expedies terrestres no Norte contra os mongis para os dissuadir de se aventurarem em novas invases contra os Ming. Houve tambm expedies armadas contra o Aname no Sul. Nestas circunstncias, as expedies de Zheng He, constituram mais um esforo que visava pacificar os vizinhos da sia Martima e mostrar o poderio militar dos Ming aos mongis, tentando transmitir-lhes a subtil mensagem: havendo meios para expedies martimas, mais fceis seriam ainda as terrestres. Impunham-lhes assim um complexo de inferioridade por no terem conseguido abrir uma via martima entre a China e o resto do mundo. Para os anamitas, as viagens de Zheng

He eram uma fora ameaadora clara. Factor cultural e intercmbio Estas expedies martimas tiveram um importante papel difusor cultural. Sendo uma das civilizaes mais antigas da Humanidade, a China conheceu grandes viajantes, que levaram a cultura chinesa ao resto do Mundo e ao mesmo tempo, trouxeram outras culturas para o Imprio do Meio, constituindo um enorme esforo de intercmbio e fuso de culturas. No incio do sculo XV, a maioria dos pases da sia Martima, encontrava-se numa fase de desenvolvimento civilizacional relativamente atrasado em relao China. As armadas de Zheng He, portadoras de uma cultura mais avanada, exerceram funo civilizacional sobre os pases visitados nessa regio, com a introduo de conhecimentos de agricultura, arquitectura, da moeda metlica, calendrio, vesturio e utenslios da vida quotidiana, etc., dando origem a uma certa achinesao da sia Martima. (As viagens portuguesas tiveram a mesma funo). Devido a condiciona-lismos histricos do Imprio, nunca tinha havido uma viagem de to grande envergadura como as de Zheng He, verdadeiros actos de Estado. As suas expedies constituram, por isso, um marco histrico nas relaes chinesas com o exterior. Com a presena de um forte poderio naval militar, estendeu-se o prestgio poltico dos Ming sia Martima e ao ndico, fazendo com que os antigos vassalos dos Yuan voltassem a prestar a vassalagem poltica, agora aos Ming, novos senhores da China. Eis a razo do carcter pacfico da expanso martima chinesa. No houve necessidade de conquista territorial como bem salienta um autor portugus: No caso chins, o Imperador Yongle no teria um sonho, mas um desgnio, que no era messinico, mas essencialmente poltico; no universal, mas certamente asitico, comparado com o cunho de misso que D. Manuel pretendeu imprimir s suas iniciativas martimas. O Imperador, como representante do Cu, possuidor da virtude e garante do equilbrio de todos os seres, que exercia por mandato celestial, imbudo e convencido da superioridade das concepes cosmolgicas, filosficas e poltico-sociais do Imprio do Meio, devia e queria levar ao conhecimento das naes de alm-mar a pujana espiritual e temporal da China. Pelo sistema do tributo, visava-se manter sob a alada chinesa os Estados asiticos e, atravs deste sistema de controlo, exercer influncia nos povos tributrios, que assim se iamelevando at aos

padres civilizacionais chineses pela mo firme e magnnima do Filho do Cu.3 O mesmo autor fez ainda uma comparao interessante entre as navegaes chinesas e os descobrimentos portugueses: o sonho de D. Manuel e o desgnio de Yongle so diferentes na sua gnese e nos seus objectivos, mas convergem na estrutura psicolgica e na convico de superioridade, de destino, de origem messinica, num, de um substrato imanente a uma milenar cultura, noutro. Vasco da Gama e Zheng He tero assim sabido incarnar a plenitude da viso estratgica global dos seus soberanos. Yongle morreu em 1424, com 64 anos. A sua poltica externa e o impulso dado s expedies martimas no foram continuados pelo seu sucessor, que suspendeu as viagens. O Imperador seguinte, Xuande [1399-1435] que reinou de 1426 a 1435, ordenou ao eunuco uma stima e ltima viagem. Este viria a morrer em 1433, em Calicut, 65 anos antes da chegada de Vasco da Gama cidade. Se prosseguisse a viagem, ou outros por ele, o almirante eunuco, que j tinha tocado zonas da costa oriental africana hoje Moambique, poderia muito bem estar no ano seguinte ao largo da costa portuguesa. E os livros de Histria poderiam falar, por exemplo, da ocupao das Berlengas, em 1434, por gente estranha, de fala estranha, pele mais clara que a nossa, ricamente vestida, olhos quase cerrados, nariz pequeno [...]4. O porqu da descontinuidade Todo um conjunto de causas profundas e complexas contriburam para esta situao. Quanto a ns, a causa principal reside em que no incio da Dinastia Ming (1368-1644), no seio da sociedade feudal chinesa tradicionalmente agrcola, ainda no havia fortes impulsos do mercantilismo, nem necessidade de mercado externo. Enfim, no havia motivos nem objectivos econmicos claros e persistentes. Tudo dependia da vontade do Imperador, de maneira que muitas misses de carcter mais ou menos poltico foram sendo suspensas medida que mudavam os titulares dinsticos. Zheng He serviu trs imperadores, e mesmo assim, as suas causas, em certo sentido mais directamente nacionais e imperiais, no tiveram a continuidade que mereciam. Isto prova a falta de motivaes econmicas dinmicas das expedies de Zheng He. As expedies de Zheng He morreram com a sua morte, enquanto nas descobertas martimas ibricas, apareceram inmeros Colombos, Gamas e Magalhes. E na histria da China nunca houve um segundo Zheng He. No merece isto reflexo?

O propsito destas frotas do Grande Tesouro difcil de apreender pela mentalidade ocidental. Os interesses e os objectivos de Cheng Ho estavam to distantes como os plos dos interesses e objectivos das frotas europeias da idade dos descobrimentos. Os Portugueses, que desceram a costa ocidental africana e contornaram o cabo at chegarem ndia, desejavam aumentar a riqueza da sua nao, assegurar o acesso aos produtos e aos bens sumpturios caractersticos do Oriente e converter os pagos ao cristianismo.17 Ser muito difcil, seno impossvel ordenar numa escala de importncia os motivos do incio e da suspenso das expedies de Zheng He, porque eles no ocuparam sempre a mesma posio. Alternaram em funo das circunstncias. Do auto-isolamento abertura A poltica da Dinastia Ming (1368-1644) para a sia Martima e o ndico teve nfases e fases diferentes. No reinado do seu fundador, aplicavam-se as proibies martimas que tornaram o auto-isolamento a pedra basilar da defesa nacional. A partir do Reinado de Yongle, esta orientao mudou, dando lugar a uma poltica de expanso martima, que veio a mobilizar muitos recursos, mas que dependia unicamente da vontade pessoal do Imperador. No caso portugus, a expanso foi uma poltica nacional baseada na necessidade social e na conscincia popular, com fortes e claros objectivos econmicos e religiosos, que garantiam a sua continuidade. A mudana da poltica chinesa teve as suas profundas causas internas. Desde a fundao da Dinastia Ming (1368-1644), o pas viveu longos perodos de guerra. No Norte, houve as expedies contra os mongis, no Sul, as guerras com o Aname, pelo litoral sudeste chins, desenvolvia-se a luta contra a pirataria japonesa e no sudoeste surgiram revoltas de minorias tnicas. Alm dos gastos militares, as despesas com as construes contnuas de palcios tanto para os Imperadores como para os prncipes mandados para vrias localidades do territrio nacional quase esgotaram o cofre do Estado, colocando o povo sob uma pesadssima carga fiscal e com uma vida insuportavelmente miservel. A guerra de sucesso entre o Imperador Jianwen e o seu tio (que seria Imperador Yongle), durou quatro anos, arrasando a j debilitada economia nacional. Quando o vencedor subiu ao trono, as finanas pblicas estavam virtualmente beira da bancarrota. O dramatismo da situao impunha uma mudana da poltica de isolamento para uma abertura, na tentativa de resolver a crise financeira e econmica com o tradicional comrcio externo com a sia Martima e o ndico, dado que a via terrestre estava sob o controlo do Imprio de Tamerlo. Disso d-nos conta uma fonte fidedigna da Dinastia Ming, nos seguintes termos: Desde o incio da entronizao do Imperador Yongle, foram enviados muitos emissrios para fora, com decretos imperiais para atrair brbaros martimos. Com isto, vieram sucessivamente tributos, compostos por mercadorias exticas e tesouros de grande valor, que os reinados anteriores nunca tiveram. Tais coisas enchiam os armazns oficiais. At o povo foi, mediante decretos, autorizado a dedicar-se ao comrcio de tais produtos com que se lucrava muito e se enriquecia. Os muitos benefcios que traziam para as finanas

pblicas faziam inveja.18 Zheng He Envoy of Peace from China" Exhibition Tour Kicks Off in Kuala Lunpur On July 5, activities launched by the Chinese Ministry of Culture in commemoration of the 600th anniversary of Zheng He's great voyages and the "Envoy of Peace from China" exhibition tour kicked off in Kuala Lumpur, capital of Malaysia. The opening ceremony was co-sponsored by the Chinese Ministry of Culture and the Malaysian Ministry of Culture, Art, and Cultural Relics. Premier Wen Jiabao dedicated an inscription of "Navigation Pioneer, Friendship Envoy" to the opening ceremony, while Malaysian Prime Minister Abdullah Badawi presided over the ceremony, delivering the keynote speech. Besides Badawi, over ten other Malaysian ministers and vice ministers also attended the ceremony and watched the exhibition with enthusiasm. Held in a cordial and friendly atmosphere, the opening ceremony was a great success. The "Envoy of Peace from China" exhibition tour will vividly present the glorious achievement of Zheng He's great voyages through a number of photos and real objects. After Malaysia, the exhibition tour will go on to other countries and regions, following the path of Zheng He's seven great voyages. As July this year marks the 600th anniversary of ocean voyages by Zheng He, a great navigator of China's Ming Dynasty, people from all walks of life are celebrating this event in different means. www.chinaculture.org Commemorative Stamps A set of commemorative stamps was debuted on June 28 in the Ocean University of China based in Qingdao, a port city in Shandong Province, to mark the 600th anniversary of maritime expeditions by Zheng He, a seafarer in the15th century. In addition to China Post, both Hongkong Post and Macao Post also issued a set of three commemorative stamps and a stamp booklet on Tuesday. This is the fifth stamp issue jointly conducted by the three postal administrations. The three stamps issued by China Post depict a likeness of Zheng He, exploration, trade and diplomacy, seamanship and the science of navigation. The stamp booklet features Zheng He's mighty fleet.

PARADOXO GLOBAL O Sculo do Drago Quanto maior a economia mundial, mais poderosos so os seus protagonistas menores: naes, empresas e indivduos John Naisbitt O Commonwealth Chins Ganhando Poder de Suas Partes. PARADOXO GLOBAL O Sculo do Drago O ltimo grande pas comunista do mundo se tornar a maior economia de mercado do mundo? Atualmente a segunda economia do mundo! O tamanho da economia no deve ser confundido com o padro de vida de sua populao. Por maior que seja a nossa imaginao, a China no possui nem possuir to cedo um padro de vida afluente, mesmo que fosse a maior economia mundial. www.cia.gov This page was last updated on 14 July, 2005 Country GDP (PPP) Date of Informati on Country

Reserves of foreign exchange and gold Date of Information 0 World $ 55,500,000,000,000 2004 est. 1 Japan $ 664,600,000,000 2003 1 United States $ 11,750,000,000,000 2004 est. 2 China $ 609,900,000,000

2004 est. 2 European Union $ 11,650,000,000,000 2004 est. 3 Taiwan $ 246,500,000,000 2004 est. 3 China $ 7,262,000,000,000 2004 est. 4 Korea, South $ 199,100,000,000 2004 est. 4

Japan $ 3,745,000,000,000 2004 est. 5 India $ 126,000,000,000 2004 est. 5 India $ 3,319,000,000,000 2004 est. 6 Russia $ 124,500,000,000 3 December 2004 est. 6 Germany $ 2,362,000,000,000

2004 est. 7 Hong Kong $ 123,600,000,000 31 December 2004 est. 7 United Kingdom $ 1,782,000,000,000 2004 est. 8 Singapore $ 112,800,000,000 2004 est. 8 France $ 1,737,000,000,000 2004 est. 9

Germany $ 96,840,000,000 2003 9 Italy $ 1,609,000,000,000 2004 est. 10 United States $ 85,940,000,000 2003 10 Brazil $ 1,492,000,000,000 2004 est. 11 France $ 70,760,000,000

2003 11 Russia $ 1,408,000,000,000 2004 est. 12 Switzerland $ 69,580,000,000 2003 12 Canada $ 1,023,000,000,000 2004 est. 13 Italy $ 61,500,000,000 2004 est. 13

Mexico $ 1,006,000,000,000 14 Mexico $ 60,670,000,000 2004 est. 15 Malaysia $ 55,270,000,000 2004 est. 16 Brazil $ 52,940,000,000 2004 est PURCHASING POWER PARITY - $7.262 trillion (2004 est.) Reserves of foreign exchange and gold - $609.90 billion (2004 est.) 2004 est Paridade do Poder de Compra (PPP) O fator de converso Paridade do Poder de

Compra (Purchasing Power Parity - PPP) o nmero de unidades da moeda de um pas necessrio para adquirir a mesma quantidade de bens e servios no mercado domstico que US$1,00 pode comprar nos Estados Unidos. Neste trabalho usamos os valores calculados pelo Banco Mundial. www.cia.gov This page was last updated on 14 July, 2005 Country Population Date of Information 0 World 6,446,131,400 July 2005 est. 1 China 1,306,313,812 July 2005 est. 2 India

1,080,264,388 July 2005 est. 3 European Union 456,953,258 July 2005 est. 4 United States 295,734,134 July 2005 est. 5 Indonesia 241,973,879 July 2005 est. 6 Brazil 186,112,794 July 2005 est.

7 Pakistan 162,419,946 July 2005 est. 8 Bangladesh 144,319,628 July 2005 est. 9 Russia 143,420,309 July 2005 est. 10 Nigeria 128,765,768 July 2005 est. 11 Japan

127,417,244 July 2005 est. 12 Mexico 106,202,903 July 2005 est. Voc j partiu para o mar? Ao oceano para fazer negcios. A expresso freqentemente repetida se refere disposio de um indivduo de abrir mo de segurana de um emprego pblico em uma estatal para ingressar no mundo arriscado do empreendimento privado. Atualmente empreendedores so heris e ganhar dinheiro honroso, talvez at nobre. Enquanto as suas contas bancrias engordam e os seus gostos mudam de jaquetas Mao, confeccionadas pelo governo, para caros figurinos ocidentais, eles podem se comprazer com a conscincia de estarem contribuindo para a economia chinesa ou para o benefcio econmico geral. Os empreendedores fingem faz-lo para o benefcio geral; o Partido finge que o pas ainda comunista. Voc j partiu para o mar? Quanto maior se torna a economia chinesa, menores e mais poderosas so as suas partes. Segundo algumas estimativas um tero dos funcionrios pblicos da China abriram mo de suas posies para iniciar um negcio prprio ou assumirem um segundo emprego no setor privado.

O comunismo ou melhor, o Partido Comunista e o capitalismo tero de coexistir. O Legado de Deng Xiaoping (1904-1997) : a economia, e No o Dogma, que determinar o Destino da China. A reforma econmica da China comeou pelo campons. Deng dirigiu pessoalmente as trs primeiras ondas de reforma. - Primeiro ele criou uma economia de mercado na rea de alimentos. Liberando os preos e Abolindo as comunas agrcolas a favor do que se tornaram fazendas familiares; Ao transformar os camponeses em empreendedores, Deng logrou assegurar uma fonte de capital para o Desenvolvimento industrial futuro, pela gerao de um excedente de poupana rurais. O Legado de Deng Xiaoping: a economia, e No o Dogma, que determinar o Destino da China. - Segundo ele eliminou o monoplio do governo central sobre o comrcio exterior; A poltica de portas abertas incluiu o estabelecimento de quatro zonas econmicas especiais experimentais. -

O terceiro passo foi voltar a ateno para o setor industrial. a aposta no mercado trouxe a concorrncia crescente, inclusive entre provncias, a tendncia de aumento do comrcio exterior e novos investimentos. Shanghai http://www.shanghai.gov.cn/shanghai/node8059/ShanghaiProspects/userobject22ai263.html Shanghai http://www.shanghai.gov.cn/shanghai/node8059/ShanghaiProspects/userobject22ai263.html Clowns on stilts, bongo-beating boys and flaming torches also greeted Ronaldo and his team mates in the southern city of Guangzhou as they arrived for Wednesday's friendly against China Guang zhou

Recently Viewed Presentations

  • Maine Shared Community Health Needs Assessment State Coordinating

    Maine Shared Community Health Needs Assessment State Coordinating

    Why are we here? JSI or other facilitator. There are a number of things that bring us here today from the IRS, national accreditation boards, as well as the insight and leadership from the Maine Shared CHNA leadership who long...
  • Visualizing Vocabulary

    Visualizing Vocabulary

    Lauren Beaumont. Idealize (verb) 1. to consider or represent (something) as ideal. ... Anna Stanley. 1. A long pompous speech, especially one delivered before a gathering.2. A speech or piece of writing characterized by strong feeling or expression; a tirade.
  • SOCIAL PSYCHOLOGY Social psychology: the study of how

    SOCIAL PSYCHOLOGY Social psychology: the study of how

    Fritz Heider proposed two types of attributions, within or outside a person: 1) Internal (dispositional) attributions describe behavior as caused by stable, enduring personal traits. 2) External (situational) attributions describe behavior as caused by the demands/constraints of the environment
  • Biodiversity - Weebly

    Biodiversity - Weebly

    Bio = Bio. diversity. What does " Bio " mean? Life. Biodiversity. D. i. v. e. r. s. i. t. y = V. a. r. i. e. t. y. What does " Diversity " mean? Biodiversity is the variety of...
  • Demographic Redistricting Study

    Demographic Redistricting Study

    Middle school changes only within same high school boundaries. ... as indicated in the lower portion of the below picture. PLArea: 242 - This is a planning area, or "puzzle piece", that represents a small section of the district ......
  • New Left, New Conservatism - RigganClass

    New Left, New Conservatism - RigganClass

    Betty Friedan, The Feminine Mystique (1963) Women seek more than to be wives, mothers, homemakers "Women's Lib" Represented by Gloria Steinem, Ms. magazine. At first, in opposition to NOW (Betty Friedan's National Organization of Women), but later they worked together....
  • Strategy Review, Evaluation, and Control Chapter Nine Copyright

    Strategy Review, Evaluation, and Control Chapter Nine Copyright

    If so, what are they? 9. Are we vulnerable to a hostile takeover? 9-* Most quantitative criteria are geared to annual objectives rather than long-term objectives Different accounting methods can provide different results on many quantitative criteria Intuitive judgments are...
  • National Careers Week and National Apprenticeships Week

    National Careers Week and National Apprenticeships Week

    National Careers Week and National Apprenticeships Week. Here are some Tutor Time Careers resources for Key Stage 3. Some will need an IT suite and some the projector